Lugar Nenhum

Meu mundo é uma teia entrelaçada de palavras, amarrando membro a membro, osso a tendão, pensamentos e imagens todos juntos. Sou um ser composto de letras, uma personagem criada por frases, um produto da imaginação fabricado pela ficção... E que viaja sempre, sem parar, para qualquer lugar, para lugar nenhum.


"Nunca se esqueça de quem é, porque é certo que o mundo não se lembrará. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com essa lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo"  (A Guerra dos Tronos - George R. R. Martin)

"Nunca se esqueça de quem é, porque é certo que o mundo não se lembrará. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com essa lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo"  (A Guerra dos Tronos - George R. R. Martin)

(Fonte: frases-e-citacoes-de-livros)

“Nada é tão bonito quanto cair no infinito de uma alma que nem é tua.”

—   Felipe F. (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: nutante, via oxigenio-dapalavra)

baby, eu amo cada vírgula desse teu vocabulário despretensioso.

(Fonte: tarimbado, via oxigenio-dapalavra)

Somos partes ou inteiros de uma vontade de escapulir.

—   

Elisa Bartlett.

(via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

Por quê?

Por que, quando crio esperanças e assim invisto nelas, tudo desmorona? 

Por que, quando passo a sonhar tão mais intensamente, os sonhos tornam-se pesadelos? 

Por que, quando passo a admirar algo e tento cativá-lo e tudo é sem sucesso, meu coração dói? 

Por que, quando mais preciso de alguém para me ninar, a solidão é tão intensa? 

Por que, sem mais nem menos, sussurro o maldito do seu nome e só escuto o vazio?

Por que, em dias de chuvas, sinto-me ferido como o céu? 

Por que, assim que penso na minha existência e aspirações, a vontade de chorar é tão grande?

Por quê? 

Por que é assim? 

Por que precisa ser assim? 

Por que sou assim?

Por que não sei responder? 

runtofantasy:

I’M JUST like OMG, JIDFSOJDSAOIDSAJSDAOIOIJSDA. 

(Fonte: k-is-for-korea)

If only I can walk with you again

(Fonte: auriee)


It feels like no one is looking for me…

It feels like no one is looking for me…

(Fonte: crookedbblog)

Eu aplico cada sentença
nas fórmulas desgraçadas
de tua monotonia
e me apego pouco a pouco
aos resquícios da tua futilidade.

Eu sou o ser maltrapilho
que se enterra na lápide do teu ser,
ser esse que é homicida
e me mata todos os dias.

Sou o cego do teu tiroteio
e a tempestade do teu copo d’água.

Não me esqueça quando eu disser que sou fraco
e me deseje quando eu já estiver com o âmago podre.

Seja minha casa
quando eu não tiver mais morada
e meu sepulcro
quando não tiver mais alma.

Amo-te.
Com todas as letras do alfabeto.

—   Anarquismos (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: anarquismos, via oxigenio-dapalavra)

“Eu te beijo escrevendo poemas.
Os poemas melancólicos são os beijos mais próximos,
os ditos melados.
Os tristes,
são os beijos entre soluços e lágrimas,
Já poemas felizes,
são aqueles que não se regram a meros lábios,
beijam de corpo a corpo.
Eu sou o poeta do Beijo!”

—   Francisco Irmão (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: eternocanteio, via oxigenio-dapalavra)

“É curioso quando os teus olhos se encontram aos meus
Inferno e céu de uma só vez.
Felicidade é quando os meus olhos se encontram aos teus
poesia nasce destes lindos olhos meus
Mas você me olha com olhares de adeus.
.
Felicidade é quando volta, por mim, por tudo, por deus!
Trazendo à vida uma felicidade infinita
E ilumina estes tristes olhos meus.”

—   Heitor Henrique in Felicidade é olhar nos olhos dela e dizer ‘felicidade é olhar nos olhos teus’. (via oxigenio-dapalavra)

(Fonte: objetomediocre, via oxigenio-dapalavra)

“Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso,
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece,
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?”

—   Leminski, Razão de Ser. (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)

Sou manhã de inverno
desboto dos teus olhos escuros
laminados pela dor.

Nas flores desenho versos
sou orvalho de poucas letras
reticências fúteis cristalinas
minhas estrelas de tom azul

Eu brilho solta no ar.

Na terra me rendo prata
de joelho saboreio tua pele
absorvo amargo o abraço
faço fotossíntese de amor

Eu brilho solta no ar.

E a noite nos encobre
dispo-me inteira danço nua
sou tua lua desfigurada
transito na tua mente barata

Sou um ciclo que te completa
e sem querer gentilmente eu fico
(mais uma vez)
amanheço no teu céu azul-marinho.

Não vou embora, vou te esperar.

—   Elisa Bartlett. (via oxigenio-dapalavra)

(via oxigenio-dapalavra)